Escrever com o coração exige um pouco de coragem. É o que chamamos de vulnerabilidade: a disposição de colocar no papel aquilo que realmente sentimos, sem filtros excessivos.
Quando escrevemos algo que nos faz sentir um "friozinho na barriga", é sinal de que estamos chegando perto de algo real. E é exatamente essa verdade que cria uma ponte com quem lê. O leitor não busca perfeição; ele busca se identificar.
Quando você compartilha uma dúvida, uma pequena alegria cotidiana ou um medo, você diz ao leitor: "eu também me sinto assim." E é nesse encontro que a literatura acontece. Não tenha medo de ser humano no papel.


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